Moradia T3 para Venda em Algueirão-Mem Martins
Sob consulta
Tipo
Moradia
Negócio
Venda
Ano de Construção
2026
Quartos
3
Casas de Banho
4
Área Bruta
217 m²
Área Útil
195 m²
Certificado Energético
C
Área do Terreno
840 m²
Casa da Ribeira | Moradia T5 com piscina e 840 m² de terreno | Sintra
EU SOU A CASA NO FIM DA RUA.
Não é uma metáfora. Sou mesmo.
Para chegar até mim, é preciso entrar numa pequena rua de acesso particular, utilizada apenas por três propriedades.
Aqui, as casas nem sequer têm números de polícia. Têm nomes, eu ,chamo-me Casa da Ribeira.
E não é um nome escolhido para ficar bonito num anúncio. No inverno, quando a água corre, ainda se consegue ouvir o riacho.
Talvez seja por isso que, apesar de estar tão perto de tudo, aqui o primeiro som da manhã ainda pode ser o dos pássaros.
Estou na Baratã, rodeada de verde, numa zona de moradias onde ainda se sente aquela tranquilidade difícil de encontrar tão perto de Lisboa.
E tenho uma particularidade interessante: daqui é muito fácil chegar aos principais acessos rodoviários. Por isso, posso parecer bastante retirada quando se está no meu jardim, mas não estou propriamente isolada do mundo.
Tenho um lote com 840 m² e mais de 620 m² de área exterior.
E neste jardim já aconteceu muita coisa.
Há uma piscina onde os miúdos aprenderam que “só mais cinco minutos” nunca são realmente cinco minutos. Há espaço para correr, para o amigo de quatro patas, para almoços cá fora e para receber família e amigos.
Há também uma zona de barbecue, uma casa de banho de apoio ao exterior e até chuveiro junto à piscina — porque uma casa onde se vive o verão a sério também tem de estar preparada para ele.
E há uma árvore muito especial. Por aqui chamam-lhe a árvore das chuchas.
Ainda hoje guarda as chuchas dos filhos e dos primos que aqui cresceram. Não foi colocada para fotografias nem inventada para me vender. Já cá estava a fazer parte da história desta família muito antes de alguém pensar que um dia eu teria novos donos.
Talvez seja por isso que, por aqui, as casas têm nomes. As casas são elementos vivos. E eu já vivi histórias tão bonitas.
Agora vamos lá para dentro, porque tenho bastante para mostrar.
Oficialmente, sou uma moradia de dois pisos. Mas uma família não vive dentro de uma caderneta predial aqui sou um T6, mas ao longo dos anos, os meus espaços foram adaptados à forma como esta família realmente queria viver.
No piso térreo, a zona social ganhou protagonismo.
Tenho uma sala ampla, com lareira, muita luz natural e várias ligações ao jardim. Ao lado existe uma segunda sala — atualmente utilizada como espaço dos mais novos e escritório.
E aqui está uma das minhas vantagens: este espaço pode voltar a funcionar como quarto sempre que a vida assim o exigir, até porque neste piso existe uma casa de banho completa.
A cozinha merece capítulo próprio.
É grande, funcional, tem ilha central e comunica com a zona social. Mas aquilo que não aparece logo nas fotografias é talvez ainda mais interessante: tenho despensa, lavandaria e casa das máquinas, porque uma casa familiar precisa de funcionar tão bem nos bastidores como nas divisões que mostramos às visitas. Além de uma grande despensa, tenho uma lavandaria e casa de maquinas
Há ainda uma segunda zona de despensa que foi transformada num grande espaço de roupeiro/arrumação, neste piso.
Depois vêm as minhas escadas abertas em pedra, que conduzem ao piso superior. Aqui ficam dois quartos de boas dimensões, uma casa de banho dupla e a suite.
E quando digo suite, não estou a falar apenas de colocar uma casa de banho ao lado de um quarto para lhe dar esse nome, tenho um closet e uma casa de banho de dimensões muito acima da média, é aqui que encontram a varanda, não uma varanda qualquer, mas sim, com uma daquelas vistas que não precisam de grandes adjetivos. Abre-se a porta, olha-se em frente e sente-se!
Verde, natureza e uma vista aberta que, sobretudo ao fim do dia, faz querer ficar mais um bocadinho.
Aliás, há uma característica que atravessa as minhas casas de banho: todas têm janela e luz natural.
No exterior, ainda tenho três espaços independentes de arrumação. Um deles tem potencial para ser transformado num pequeno espaço para hóspedes, naturalmente sujeito às verificações e autorizações necessárias.
Tenho também carregamento para veículo elétrico, estacionamento dentro da propriedade e espaço exterior suficiente para que carros, bicicletas, brinquedos, animais e pessoas não tenham de disputar território.
Mas talvez a minha maior qualidade não esteja na lista de características.
É a localização.
Porque quando se está cá fora, junto à piscina, com o verde mesmo ao lado e os pássaros como banda sonora, é fácil esquecer que estamos na Baratã, com ligações rápidas aos principais eixos rodoviários e com Cascais, Sintra e Lisboa perfeitamente integrados na rotina do dia a dia.
E no inverno há mais um som. O da ribeira que me deu o nome.
Tenho espaço. Tenho privacidade. Tenho natureza à porta.
Tenho uma piscina que já conhece muitos mergulhos. Tenho uma árvore que ainda guarda chuchas. E tenho um nome: Casa da Ribeira.
Nós, as casas, somos como a vida: somos feitas de ciclos. Guardamos nas paredes aquilo que o tempo não leva. E, um dia, chega a hora de abrir a porta e deixar partir quem foi feliz em nós… para podermos ser o começo da história de alguém que ainda está por chegar.
A minha história com esta família termina aqui. Talvez a nossa esteja apenas a começar!
Não é uma metáfora. Sou mesmo.
Para chegar até mim, é preciso entrar numa pequena rua de acesso particular, utilizada apenas por três propriedades.
Aqui, as casas nem sequer têm números de polícia. Têm nomes, eu ,chamo-me Casa da Ribeira.
E não é um nome escolhido para ficar bonito num anúncio. No inverno, quando a água corre, ainda se consegue ouvir o riacho.
Talvez seja por isso que, apesar de estar tão perto de tudo, aqui o primeiro som da manhã ainda pode ser o dos pássaros.
Estou na Baratã, rodeada de verde, numa zona de moradias onde ainda se sente aquela tranquilidade difícil de encontrar tão perto de Lisboa.
E tenho uma particularidade interessante: daqui é muito fácil chegar aos principais acessos rodoviários. Por isso, posso parecer bastante retirada quando se está no meu jardim, mas não estou propriamente isolada do mundo.
Tenho um lote com 840 m² e mais de 620 m² de área exterior.
E neste jardim já aconteceu muita coisa.
Há uma piscina onde os miúdos aprenderam que “só mais cinco minutos” nunca são realmente cinco minutos. Há espaço para correr, para o amigo de quatro patas, para almoços cá fora e para receber família e amigos.
Há também uma zona de barbecue, uma casa de banho de apoio ao exterior e até chuveiro junto à piscina — porque uma casa onde se vive o verão a sério também tem de estar preparada para ele.
E há uma árvore muito especial. Por aqui chamam-lhe a árvore das chuchas.
Ainda hoje guarda as chuchas dos filhos e dos primos que aqui cresceram. Não foi colocada para fotografias nem inventada para me vender. Já cá estava a fazer parte da história desta família muito antes de alguém pensar que um dia eu teria novos donos.
Talvez seja por isso que, por aqui, as casas têm nomes. As casas são elementos vivos. E eu já vivi histórias tão bonitas.
Agora vamos lá para dentro, porque tenho bastante para mostrar.
Oficialmente, sou uma moradia de dois pisos. Mas uma família não vive dentro de uma caderneta predial aqui sou um T6, mas ao longo dos anos, os meus espaços foram adaptados à forma como esta família realmente queria viver.
No piso térreo, a zona social ganhou protagonismo.
Tenho uma sala ampla, com lareira, muita luz natural e várias ligações ao jardim. Ao lado existe uma segunda sala — atualmente utilizada como espaço dos mais novos e escritório.
E aqui está uma das minhas vantagens: este espaço pode voltar a funcionar como quarto sempre que a vida assim o exigir, até porque neste piso existe uma casa de banho completa.
A cozinha merece capítulo próprio.
É grande, funcional, tem ilha central e comunica com a zona social. Mas aquilo que não aparece logo nas fotografias é talvez ainda mais interessante: tenho despensa, lavandaria e casa das máquinas, porque uma casa familiar precisa de funcionar tão bem nos bastidores como nas divisões que mostramos às visitas. Além de uma grande despensa, tenho uma lavandaria e casa de maquinas
Há ainda uma segunda zona de despensa que foi transformada num grande espaço de roupeiro/arrumação, neste piso.
Depois vêm as minhas escadas abertas em pedra, que conduzem ao piso superior. Aqui ficam dois quartos de boas dimensões, uma casa de banho dupla e a suite.
E quando digo suite, não estou a falar apenas de colocar uma casa de banho ao lado de um quarto para lhe dar esse nome, tenho um closet e uma casa de banho de dimensões muito acima da média, é aqui que encontram a varanda, não uma varanda qualquer, mas sim, com uma daquelas vistas que não precisam de grandes adjetivos. Abre-se a porta, olha-se em frente e sente-se!
Verde, natureza e uma vista aberta que, sobretudo ao fim do dia, faz querer ficar mais um bocadinho.
Aliás, há uma característica que atravessa as minhas casas de banho: todas têm janela e luz natural.
No exterior, ainda tenho três espaços independentes de arrumação. Um deles tem potencial para ser transformado num pequeno espaço para hóspedes, naturalmente sujeito às verificações e autorizações necessárias.
Tenho também carregamento para veículo elétrico, estacionamento dentro da propriedade e espaço exterior suficiente para que carros, bicicletas, brinquedos, animais e pessoas não tenham de disputar território.
Mas talvez a minha maior qualidade não esteja na lista de características.
É a localização.
Porque quando se está cá fora, junto à piscina, com o verde mesmo ao lado e os pássaros como banda sonora, é fácil esquecer que estamos na Baratã, com ligações rápidas aos principais eixos rodoviários e com Cascais, Sintra e Lisboa perfeitamente integrados na rotina do dia a dia.
E no inverno há mais um som. O da ribeira que me deu o nome.
Tenho espaço. Tenho privacidade. Tenho natureza à porta.
Tenho uma piscina que já conhece muitos mergulhos. Tenho uma árvore que ainda guarda chuchas. E tenho um nome: Casa da Ribeira.
Nós, as casas, somos como a vida: somos feitas de ciclos. Guardamos nas paredes aquilo que o tempo não leva. E, um dia, chega a hora de abrir a porta e deixar partir quem foi feliz em nós… para podermos ser o começo da história de alguém que ainda está por chegar.
A minha história com esta família termina aqui. Talvez a nossa esteja apenas a começar!
Localização
Algueirão-Mem Martins, Sintra, Lisboa
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Informação do anúncio
ID do anúncio
2090661
Referência Externa
KWPT-038847
Atualizado em
09/09/2026 05:46:07
Anunciante
Chamada para a rede móvel nacional
KW Believe
AMI 26938
Referência do imóvel:
KWPT-038847
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